A novela continua…

Após o incêndio inexplicável do Teatro São João e o fim do Teatro Politeama Baiano, inaugurado em 1886, a classe artística de Salvador reivindicou, por mais de vinte anos, a construção de um novo complexo cultural para abrigar as artes locais, nacionais e internacionais. Com as atenções voltadas para a nova capital do Brasil, Rio de Janeiro, e em meio a tantas manifestações, o clima cultural baiano ficou tenso.

Em meio às reivindicações, destacou-se o famoso poeta Castro Alves, que demonstrava amor pelo teatro por Eugênia Câmara.

Curiosidade:

Eugênia Câmara teve um importante papel nas representações brasileiras.

Esse amor de Castro Alves não era exclusivaente pelo teatro, mas por suas várias amantes, principalmente a atriz portuguesa Eugênia Câmara, por quem o poeta se apaixonou perdidamente. Ele compôs uma série de textos líricos que poderiam ser dramatizados, além dos textos para que ela mesma representasse.

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